quinta-feira, 2 de agosto de 2012

CURA PELO PENSAMENTO

Luiz Antônio Gasparetto não mais um dos importantes médiuns psicopictográficos do mundo: como psicólogo, ele tem realizado um valioso trabalho em sua clínica"Aldeia da Vida". No texto a seguir – resultado de uma lista elaborada pela psicóloga americana Louise L. Hay e de sua própria experiência profissional-, Gasparetto mostra como a terapia psicoespiritual pode auxiliar na cura e prevenção de doenças.
O avanço da medicina no século 20, principalmente nas últimas décadas, tem-nos impressionado profundamente.Basta que vejamos uma sala cirúrgica ou um laboratório de check up e nossa imaginação parece nos transportar a um mundo fantástico, semelhante ao da ficção dos filmes americanos.
Mesmo assim, estes esforços não foram suficientes para que os homens descobrissem as causas verdadeiras das doenças.Para sanar tal embaraço intelectual-científico, os médicos falam no "acaso probabilístico",coisa que nós espiritualistas, temos que repudiar, visto compreendermos que "Deus não joga- Deus cria, e cria perfeito".
A resposta está na flagrante existência da alma ou espírito, que como essencia de vida e consciência, vontade e ação, vive dentro de um corpo mental que ativa o nosso corpo perispiritual (corpo astral), e este o corpo físico.
Na psicologia holística, o homem é visto como um todo integrado, onde qualquer comportamento está envolvendo toda a estrutura humana. Realça-se, assim, o importante comando do espírito sobre as suas outras áreas.
Sendo o espírito algo etéreo, é dentro da mente que ele atua mais diretamente. Ali, sua vontade move os intrincados mecanismos de seus corpos. Escolhe o mercado das idéias, os pensamentos em que quer acreditar, e ali imprime sua convicção, injetando-lhes força de ação. Estes pensamentos, chamados pensamentos-padrões , vão acionar- segundo sua qualidade- nossos aparelhos astrais e físicos desta ou daquela maneira.
Assim tanto os bons aspectos de nossas vidas como as doenças são freqüentemente resultado dos pensamentos- padrões que formam nossas experiências. Claro que não temos a intenção de mudarmos os bons pensamentos-padrões, pois gozamos seus bons resultados; são os pensamentos – padrões não saudáveis que nos preocupam mais.
Percebendo que aja esse problema físico já existe uma causa psíquica, podemos parar de culpar a vida e outras pessoas pelo que estava errado conosco e assumirmos inteira responsabilidade pelas nossas próprias experiências. Sem nos reprovarmos ou nos sentirmos culpados, podemos aprender como evitar criar pensamentos-padrões que levem a doenças no futuro.
Um exemplo particular: eu não podia entender como repentinamente minha nuca ficava tensa. Depois de aprender o conceito dos pensamentos-padrões, descobri que a nuca representa flexibilidade nas atividades, vendo diferentes lados das questões.
Eu fora muito inflexível e constantemente recusava ouvir outros pontos de vista; mais depois que me tornei mais maleável em meus pensamentos e habilidades, com uma agradável compreensão para ver os outros pontos de vista, minha nuca parou de perturbar-me. Agora se ela começa a doer um pouco, observo-me para ver onde meus pensamentos estão tensos e rígidos.
Para se eliminar permanentemente uma condição, precisamos primeiramente dissolver a causa. Mas, desde que freqüentemente não sabemos qual é a causa, achamos difícil saber onde começar.
Os pensamentos –padrões que causam mais doenças no corpo são todos aqueles resultantes das críticas, da raiva e do ressentimento. Por exemplo: a crítica conservada por longo tempo conduzirá a pessoa a uma doença como artrite. Raiva a levará a doenças que fervem, inflamam e queimam no corpo. Ressentimentos longamente mantidos retêm alimentos apodrecidos, que finalmente geram tumores e câncer. É bem mais fácil dissolver esses pensamentos – padrões negativos da nossa consciência quando nosso estado é sadio do que tentar elimina-los quando estamos em pânico e sob a ameaça de um bisturi de um cirurgião.

Fonte: Núcleo de Estudos e Pesquisas Energia Vital

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

LINHA 7

7ª. LINHA: OXALÁ
É a fusão de todas as outras. As legiões de Oxalá são a sétima e última falange de todas as Linhas já vistas anteriormente. É responsável pela integração das demais. Coordenadora, sendo a manifestação cósmica do céu, da terra, da luz e da energia, da paz e do amor. Suas falanges são:
1. Falange de Ogum Delê (Ogum)
2. Falange de Xangô Djacutá (Xangô)
3. Falange do Caboclo Urubatã (Oxóssi)
4. Falange da Cabocla Janaína (Iemanjá)
5. Falange de Cosme (Yori)
6. Falange do Povo de Bengala (Yorimá)
7. Falange dos Caboclos de Oxalá
Lembramos que os Caboclos de Oxalá dificilmente incorporam, sendo os responsáveis pela coordenação das demais falanges e da missão que cada guia-chefe assume perante a Umbanda.
Ervas: são o tapete-de-oxalá (boldo), mariô, folhas de limoeiro, manjericão, erva-cidreira, trevo e café.
(fonte: “Desvendando a Umbanda”, de Miriam de Oxalá)



LINHAS 4, 5, 6

4ª LINHA: IEMANJÁ - LINHA DAS SENHORAS - IABÁS
Nessa falange, na Umbanda, trabalham todas as Iabás (Senhoras dos Rios), agrupadas com os nomes de janaínas, caboclas ou sereias. Sua missão é trabalhar diretamente com a força emotiva por meio dos sentimentos de maternidade, misericórdia e amor.
1. Falange da Sereia do Mar
Entidades que assumem formas encantadas, residindo em todo o elemento água. Possuem total domínio sobre as energias desse meio. Aceitam as tradicionais oferendas a Iemanjá, entregues para serem levadas ao fundo dos mares, lagos ou rios.
2. Falange da Cabocla Iara
Dominam a força nascida do encontro das águas doces e salgadas, muito ligadas ao Orixá Ogum. É também o nome das entidades chefes da falange conhecidas como Caboclas do Rio. São alegres e juvenis. Sua vela será azul clara e uma verde, vermelha e branca, para Ogum.
3. Falange da Cabocla Nana
A Cabocla Nana Burucum é chefe da falange das Ondinas. Suas entidades trabalham na beira das fontes e trazem uma vibração capaz de proporcionar paz e compreensão nos lares.
Protegem as atividades ligadas ao ensino, como o magistério. Sua vela será clara e lilás, ao Orixá Nana.
4. Falange da Cabocla Iansã
A Cabocla Iansã representa o Orixá com o mesmo nome, junto à Iemanjá. Trabalha sob os fortes temporais e chuvas, forças essas capazes de proporcionar grande resistência nas dificuldades da vida. Aceitam velas azul claras e vermelha e branca ao Orixá Iansã. Podendo ser entregues junto às oferendas de Xangô nos bambuzais ou na beira de cachoeiras, longe da queda d’água.
5. Falange da Cabocla Oxum
As energias do amor puro e da luz que irradia sobre as cachoeiras são a matéria-prima para suas atividades, ligadas à Iemanjá. Através de sua falange, os fluidos benfeitores são trazidos através das “águas espirituais”, ou seja, o prana ou fluido cósmico universal. Sua vela será azul-clara e amarela, dedicada ao Orixá Oxum.
6. Falange da Cabocla Indaiá
Sua falange é das Caboclas do Mar, ligadas a Yori, ou seja, a Falange de Cosme e Damião. Absorvem energias de vários elementos e transmutam na energia alegre e vibrante das crianças. Suas velas serão azuis-claras e rosas.
7. Falange da Cabocla ou Sereia Janaína
Estão sob sua guarda a força do amor conjugal e da procriação.
Ligam-se muito ao Orixá Oxalá. Suas velas serão azuis claras e brancas.
Oferendas: basicamente, todas as falanges de Iemanjá aceitam sobre pano branco e azul-claro, fitas azuis, espelhos, pentes, perfumes de seiva de alfazema ou seiva de rosas, flores brancas ou azuis, rosas, lírios, mel, guaranás ou bebidas doces e delicadas. A Falange da Cabocla Iansã recebe cerveja preta como bebida. Observa-se que as cores das velas e algumas observações variam da bibliografia, com fins de uniformizar com as cores utilizadas na Umbanda, e não no Candomblé.
Ervas: lágrimas-de-nossa-senhora, camomila, espada-de-iansã, folhas de bambu e qualquer planta aquática.

CONTINUA.....

Escrito por Isaias Pintto/Médium Dirigente às 15h23
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AS SETE LINHAS DA UMBANDA ( UMA DAS SETE ADOTADAS PELAS CASAS ) - 5ª. LINHA: YORI - LINHA DE ESPÍRITOS SE APRESENTANDO COMO CRIANÇAS

AS SETE LINHAS DA UMBANDA
( UMA DAS SETE ADOTADAS )
5ª. LINHA: YORI

Yori quer dizer “Vitalidade saindo da luz”. É formada pelas entidades que, por opção, quiseram manter a forma infantil, algumas já em preparo para uma reencarnação próxima. Onde for necessária uma vibração dirigida à alegria, à fraternidade e à comunhão, lá estará a Linha de Yori que, por essa bela qualidade, domina as energias mais sublimes do plano espiritual.
Uma criança brincando, em um trabalho, não é uma atividade infrutífera, como pensam alguns. É uma entidade que sabe perfeitamente o que está fazendo, com o objetivo de descarrego de tudo o que está em volta.

1. Falange de Tupanzinho (Idolu ou Idossu)
São entidades que vibram na Linha de Oxóssi, protegendo os lenhadores e animais. Gostam, nas oferendas, de apetrechos indígenas bem enfeitados, fitas verdes e vela rosa.

2. Falange de Doum
São entidades que nasceram no período do cativeiro como Doum, eram filhos de mãe indígena e pai africano. Auxiliam os tratamentos médicos, protegendo os profissionais da saúde e os enfermos, proporcionando mais integração entre ambos. Cruzam-se com a Linha de Yorimá (dos Pretos-Velhos) e aceitam suas oferendas em jardins e praças.

3. Falange de Alabá
Cruzam-se com Ogum, Oxumarê e Iemanjá. Da vibração dos três Orixás, recebem condição de trabalhar com os militares, dando coragem e piedade aos que usam farda. Suas oferendas são
próximas a cachoeiras, pois as cores do arco-íris atraem muito essa falange.

4. Falange de Dansu
Espalham-se nos dias de tormenta, com fins de proteger adultos e crianças nesses dias, trabalhando também para Xangô. Gostam de fitas marrons e até seixos rolados em suas bandejas, entregues nas pedras de cachoeiras.

5. Falange de Sansu
Legião de entidades que se apresentam como meninas, distribuidoras de ternura, vinda de Deus. Trabalham cruzadas com Iemanjá. Devem ser entregues a elas: conchinhas e estrelas-do-mar, na beira da praia, junto com os outros itens da oferenda.

6. Falange de Damião
Cruzam-se com Cosme e Doum, cuidando das crianças do espaço, ou seja, das entidades recém-desencarnadas ainda crianças, de grande poder de cura. Vibram, de preferência, nas praias e jardins, seu lugar para a entrega de oferendas.

7. Falange de Cosme
São eles que detêm a responsabilidade da guarda das crianças recém-desencarnadas na Linha de Oxalá. Com o qual cruzam.
Alimentam-nas com fluidos delicados, chamados de “mel”, ou, talvez, os fluidos extraídos desse alimento.
Oferendas: Apesar de diferentes, as falanges de Yori incluem, em suas oferendas, muito mel, doces em geral, balas, pirulitos, brinquedos, fitas na cor rosa e nas cores com os quais cada falange se cruza, velas na cor rosa, guaranás, flores brancas e gostam muito de bicos (chupetas) azuis ou rosas, de acordo com a falange ou entidade reverenciada (se meninas ou meninas, ou ambos).
Ervas: folhas de manjericão, amoreira, alfazema, alecrim, trevo.

CONTINUA.....
Escrito por Isaias Pintto/Médium Dirigente às 15h20
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AS SETE LINHAS DA UMBANDA ( UMA DAS SETE ADOTADAS PELAS CASAS ) - 6ª. LINHA: YORIMÁ


AS SETE LINHAS DA UMBANDA
( UMA DAS SETE ADOTADAS )
6ª. LINHA: YORIMÁ
Seu nome significa a lei na aplicação da vitalidade saindo da luz. É a linha do aprendizado a duros custos, da compreensão das aflições, valorizando as lições da vida. É a prática da caridade teórica, da humildade adquirida sob as mais cruéis provações. São aqueles que ensinam que, mesmo mergulhados no erro, ainda há esperanças. São os Pretos(as)-Velhos(as).
1. Falange do Povo da Costa (Rei Cambinda)
Cruzam-se com Iemanjá e ensinam que, através da resignação das provas, haverá o resgate das dívidas do passado. Consolam e auxiliam os sofredores, com muito amor. Suas oferendas são entregues nas praias.
2. Falange do Povo de Congo (Rei Congo)
Com Yori conseguem a energia pura e infantil dessa falange que, transformada, vence a dor e traz a alegria. Junto a sua oferenda vai uma vela rosa oferecida às crianças.
3. Falange do Povo de Angola (Pai Joaquim)
Libertam os escravos de hoje, presos aos vícios, maldades e erros, despertando-os para a vida, por meio de esclarecimentos ou ritos. Vibram nas matas e sua vela será roxa, a cor mística por excelência.
4. Falange do Povo da Guiné (Pai Guiné)
Possuem o conhecimento das calungas (grande, o mar; pequena, o cemitério), profundos conhecedores da magia e da sabedoria para a cura de todos os males. Recebem suas oferendas no cruzeiro do cemitério ou na beira do mar.
5. Falange do Povo de Moçambique (Pai Jerônimo)
Trabalham na lei do livre-arbítrio (ou da livre escolha), com fins de inspirar a libertação do indivíduo durante sua vida terrena. Vibram na mata, sobre pedras em especial, ou nos lugares abertos nesse local, próprios ao repouso e à oração.
6. Falange do Povo de Luanda (Pai José)
Combatem demandas, fazem cumprir rigorosamente os rituais e trabalham muito na caridade, sendo exigentes, mas muito bondosos. Recebem suas oferendas no cruzeiro de cemitério.
7. Falange de Bengala (Pai Tomé)
Por terem sofrido muito na Terra, compreendem as misérias humanas, trabalham na busca da paz, da fraternidade e estimulam a caridade. Vibram nas colinas abertas e floridas.
Oferendas: cada Preto-Velho tem sua oferenda e gostos. Mas todos recebem cigarros de palha, café, velas brancas e pretas (alguns, roxas), doces tradicionais tipo pés-de-moleque, rapaduras, sagu, farofa com lingüiça picada e comidas típicas do interior e da época em que viveram.
Ervas: arruda, guiné, benjoim, cipreste, folhas de café, alfavaca e vassourinha branca.

LINHAS 1,2,3

1ª. LINHA: OGUM
Como já vimos, Ogum domina a primeira Linha de Umbanda, que controla todos os fatos de execução e cobrança do carma de cada indivíduo ou grupo, daí serem soldados.
1. Falange de Ogum Beira-Mar
Colaboradores de Iemanjá, Ogum Beira-Mar trabalha sobre a areia molhada, enquanto Ogum Sete-Ondas trabalha sobre as ondas.
Aceitam oferendas com velas nas cores branca, verde, vermelha e azul-clara.
2. Falange de Ogum Rompe-Mato
Ogum Rompe-Mato trabalha para Oxóssi (Ode) e Ossãe, nas matas.
Ogum das Pedreiras trabalha para Xangô, nas pedreiras. Em ambos os casos, é a mesma falange que trabalha para os dois Orixás, com nomes diferentes. Rompe-Mato aceita suas oferendas na entrada da mata, nas cores verde, vermelha e branca, sendo a vela vermelha. Ogum das Pedreiras aceita suas oferendas em torno das pedreiras, nas cores verde e vermelha (misturadas geram o marrom), com velas nas mesmas cores.
3. Falange de Ogum Megê
É colaborador de Iansã; seu nome significa “Sete”. É o guardião dos cemitérios, rondando suas calçadas, lidando diretamente com a Linha das Almas. Toda sua oferenda será em vermelho e branco, próxima ao cruzeiro do cemitério (calunga pequena).
4. Falange de Ogum Naruê
Seu nome significa “Aquele que é o primeiro a gerar valor”.
Trabalhando diretamente na Linha das Almas, desmanchando a magia negra, controla as almas quibandeiras. Aceita suas oferendas com Ogum Megê ou, ainda, dentro ou fora dos cemitérios, nas cores branca e vermelha. Alguns incluem uma pedra-ímã nos itens a oferecer-lhe.
5. Falange de Ogum Matinata
Com poucos médiuns que o incorporam, sua falange protege os campos de Oxalá, os locais abertos, floridos e iluminados. Mas não trabalha diretamente para esse Orixá. Aceita suas oferendas nos campos floridos, nas cores vermelha e branca.
6. Falange de Ogum Iara
Seu nome significa “Senhor”, trabalhando para Oxum. Suas oferendas deverão ser entregues na beira de rios, lagos ou cachoeiras, onde vibram, nas cores vermelha e branca ou verde e branca.
7. Falange de Ogum Delê (ou de Lei)
“Aquele que Toca o Solo”; como seu nome significa, é uma falange que vibra na linha pura de Ogum. São eles que trabalham diretamente no carma e sua cobrança, rondando o mundo. Suas cores são vermelha e branca e suas oferendas podem ser em qualquer lugar, ao ar livre.
Oferendas: todas as falanges citadas recebem velas nas cores indicadas, cravos vermelhos (alguns aceitam cravo branco também), cerveja branca, ou, menos comum, vinhos, charutos e fósforos, sobre um pano branco.
Ervas: as mais comuns são espada-de-são-jorge, losna, jurubeba, comigo-ninguém-pode, romã.
CONTINUA.....

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Escrito por Isaias Pintto/Médium Dirigente às 15h53
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AS SETE LINHAS DA UMBANDA ( UMA DAS SETE ADOTADAS PELAS CASAS ) - 2ª. LINHA: XANGÔ



AS SETE LINHAS DA UMBANDA
( UMA DAS SETE ADOTADAS )
2ª. LINHA: XANGÔ
1. Falange de Xangô Kaô
Dominam a sabedoria adquirida com o tempo, atuando nas pedreiras abertas. Sua cor é o marrom-escuro. É conhecido também como Xangô Velho.
2. Falange de Xangô Alafim (ou Alafim-Echê)
Seu nome vem do título dado ao rei de Oyó, na África. Defendem a pureza moral, atuando nas pedras solitárias dos caminhos. Suas cores são marrom e branca.
3. Falange de Xangô Alufã
O Xangô “Sacerdote” determina as diretrizes dos desencarnados, atuando nas pedras dos rios, mares, cachoeiras e todas as águas, daí ser o protetor dos pescadores. Suas velas são o marrom e o branco.
4. Falange de Xangô Agodô
Seu nome significa “Grandeza”, atuando nas pedras mergulhadas nas águas de toda a espécie, inclusive nas “pedras iniciáticas e na pedra batismal”.
5. Falange de Xangô Abomi (ou Abomim)
“Aquele que derrama água de uma vasilha” ou “Aquele que Batiza”, muitas vezes é sincretizado com São João Batista, talvez devido ao seu nome. Trabalha nas montanhas, nas cordilheiras, protegendo nos momentos de angústia, nas horas de aflições e perdas, inclusive no casamento. Sua cor é o marrom e, nos casos de amor, oferece-se junto uma vela para Iemanjá.
6. Falange de Xangô Aganjú
É um Xangô jovem, vibrando nas linhas de Xangô e Oxum, trabalhando nas pedras da cachoeira. Traz harmonia entre as forças de amor e justiça. Suas cores são o branco e o marrom.
7. Falange de Xangô Djacutá
Seu nome significa “pedra”, dominando a força de Xangô no meteorito e nos raios, sendo muito invocado nas injustiças que conduzem a aflições, defendendo as vítimas desses abusos.
Suas cores são o branco e o marrom.
Oferendas: Além das já citadas anteriormente, dedicadas ao Orixá, basicamente consistem de velas, nas cores indicadas, charutos, fósforos, cerveja preta, rosas ou lírios brancos.
Ervas: folhas de eucalipto, manga, goiaba, camaná, alecrim e limão.


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CONTINUA.....

Escrito por Isaias Pintto/Médium Dirigente às 15h37
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AS SETE LINHAS DA UMBANDA ( UMA DAS SETE ADOTADAS PELAS CASAS ) - 3ª. LINHA: OXÓSSI



AS SETE LINHAS DA UMBANDA
( UMA DAS SETE ADOTADAS )
3ª. LINHA: OXÓSSI
Toda a parte doutrinária e evangélica, com fins de trazer fé às almas desgarradas no mal, interferindo nos males psíquicos e físicos, pertencem a essa falange. Daí, por trazer as almas ao caminho do bem, Oxóssi é chamado de caçador de almas. Rege também a disciplina e obediência.
1. Falange dos Caboclos Peles-Vermelhas
Excelentes doutrinadores, com grande sabedoria, pertencem a antigas civilizações indígenas (maias, astecas, incas, etc).
Falam estranhos “dialetos” quando “descem”. Nessa falange, entre os itens básicos que citaremos adiante, entram incenso queimado, folhas de alecrim e alfazema frescas.
2. Falange do Caboclo Araribóia
Como Oxóssi é caçador, é ele que coordena, na vida material, o trabalho, com o objetivo de trazer recursos à mesa. Por isso, essa falange se dedica a proteger aos injustiçados no seu direito de sustento e sobrevivência de suas famílias, vibrando nas matas das montanhas. Gostam de flores variadas.
3. Falange da Cabocla Jurema
Formada por entidades meigas, amorosas, traz os recursos da Natureza e os transformam em energias vitais próprias a serem utilizadas em purificação de locais, pessoas e na medicina espiritual, aos serviços de Oxóssi e Ossãe. Gostam de muito mel nas oferendas, fitas coloridas, menos o preto.
4. Falange dos Caboclos Guaranis
São guerreiros. Defendem as matas, junto a Ogum Rompe-Mato. Onde os guaranis estão, impõe a paz, daí serem chamados de “Falange da Paz”. Nunca recebem mel em suas oferendas.
5. Falange dos Caboclos Tamoios
Humildes e pacientes, são eles os conhecidos “domadores de feiticeiros” ou “bumba na calunga”, vencendo a feitiçaria.
Trazem as almas ao bem, daí serem os “caçadores de almas”, na atribuição legítima das falanges de Oxóssi. A ela pertencem Muiraquitã e Grajaúna. Apreciam folhas de arruda em suas oferendas, guiné, rosas de qualquer cor e muito mel.
6. Falange dos Caboclos Tupis
São os conhecidos Tatauys, conhecidos por serem muito ágeis, bons caçadores, muito brincalhões. Apreciam sucos de frutas, mel e rosas de qualquer cor.
7. Falange do Caboclo Urubatã
São os mais velhos, sábios e conhecedores da mata. Há poucos médiuns que os incorporam. Trabalham nas colinas floridas, pois se ligam à vibração de Oxalá. Nas suas oferendas vão muito mel e flores brancas. Sua vela inclui a cor branca, sendo a única falange que recebe outra cor, além do verde.

MAGIA NATURAL

Tabela da Magia Natural - CORES USO MÁGICO

Tabelas da Magia Natural
Cores Uso Mágico
Cor
Relação
Branco
Cura, Espiritualidade, Purificação
Preto
Proteção, Neutralização
Marrom
Lar, Animais e Plantas (Cura), Poder da Terra
Verde
Cura, Sorte, Prosperidade, Fertilidade, Juventude
Rosa
Amor, Fraternidade, Amizade
Amarelo
Previsões, Poder Mental, Intelecto
Violeta
Espiritual, Exorcismo, Transformação, Cura
Azul
Cura, Calma, Paz
Laranja
Sucesso, assuntos Legais (jurídicos)
Vermelho
Paixão, Amor, Coragem

Escrito por Isaias Pintto/Médium Dirigente às 14h47
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Tabela da Magia Natural - PLANETA E DIAS DA SEMANA

Planetas dias da semana
Planeta
Relação
Sol - Domingo
Sucesso, Assuntos Legais (Justiça)
Lua - Segunda-feira
Sonhos Proféticos, Fertilidade, Paz, Cura
Marte - Terça-feira
Coragem, Força, Desejo, Quebra de Feitiços
Mercúrio - Quarta-feira
Previsões, Poderes Psíquicos e Mentais
Júpiter - Quinta-feira
Dinheiro, Prosperidade, Assuntos Legais, Sorte
Vênus - Sexta-feira
Amor, Amizade, Fidelidade, Beleza, Juventude
Saturno - Sábado
Longevidade, Visões, Exorcismo, Finalizações

Escrito por Isaias Pintto/Médium Dirigente às 14h42
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Tabela da Magia Natural - MAGIA DOS 04 ELEMENTOS

Magia dos Quatro Elementos
Terra
Dinheiro, Prosperidade, Fertilidade, Cura, Emprego
Ar
Poderes Mentais, Visões, Sabedoria
Fogo
Desejo, Coragem, Força, Exorcismo, Proteção
Água
Meditação, Purificação, Sonhos, Cura, Amor, Fertilidade
Escrito por Isaias Pintto/Médium Dirigente às 14h41
            FONTE www.isiaspinto.zip.net